O Homem e Suas Mulheres ao Longo da Vida.


No dia do meu aniversário de 14 anos, meu sonho era ter uma namorada algum dia.

Quando fiz 16, tive uma menina como namorada, mas ela não tinha paixão por mim. Então percebi que precisava de uma apaixonada, com vontade de viver.

Na faculdade saí com uma moça verdadeiramente apaixonada, mas ela era emocional demais. Tudo se tornava uma tristeza, era a rainha dos problemas, chorava o tempo todo e ameaçava de se suicidar. Descobri que precisava uma mulher estável.

Quando tinha 26 encontrei uma mulher bem estável, mas era um saco. Chata, mesmo. Era totalmente previsível e nunca nada a excitava. A vida tornou-se tão monótona que decidi que precisava de uma mulher mais excitante.

Aos 29 encontrei uma mulher excitante, mas não consegui acompanhá-la, nem “pegar”. Ia de um lado para o outro sem se deter em lugar nenhum. Fazia coisas impetuosas, paquerava com qualquer um e me fez sentir-me tão miserável quanto infeliz. No começo foi divertido e eletrizante, mas sem futuro. Decidi buscar uma mulher com alguma ambição.

Quando cheguei aos 33, encontrei uma mulher inteligente, ambiciosa e com os pés no chão. Casei com ela. Era tão ambiciosa que pediu o divórcio. No fim ela e os advogados ficaram com tudo o que eu tinha.

Hoje, que já passei dos quarenta, fiquei mais simples, gosto mesmo é de mulheres com bunda grande...

E só isso! Sem nenhum detalhe a mais.

Moral da História:
Quanto mais experientes os homens são, mais eles desejam a simplicidade. Basta uma bunda grande.


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