“A evolução da capacidade de processamento está fazendo com que cada computador se torne ultra-esperto e impossível de ser vencido”.
Um sujeito, especialista em Tecnologia da Informação (TI), estava com muitas dores no braço esquerdo (ele era canhoto). Não agüentando mais o problema, ele marcou uma consulta com um ortopedista. Chegando lá, o médico explicou:
.-Acabo de voltar de um Congresso Médico nos Estados Unidos e trouxe uma grande inovação. Meus exames são feitos usando um supercomputador de última geração que identifica qualquer doença através de una pequena quantidade de urina.
O paciente, especialista em TI, olhou para o médico rindo e disse:
.-O Senhor me desculpe, mas eu sou especialista em TI, tenho até doutorado, sei tudo de computadores, e nunca ouvi falar de algo como essa sua máquina. Mas, se o senhor acha necessário, vamos fazer o exame.
Na seqüência, o paciente desconfiado entrou em um banheiro, e trouxe um potinho com um pouco de urina.
O doutor colocou só um pouquinho máquina e em alguns momentos o resultado apareceu no monitor. Aí o médico leu para o paciente:
.-Miguel César, especialista em TI, reumatismo e tendinite no braço esquerdo.
O doente admirado disse:
.-Mas eu nem lhe disse o meu nome. Isso é impossível. Não estou acreditando nesse exame. Seria possível nós repetirmos com uma nova amostra. O médico, meio descontente, acabou concordando e o paciente voltou para o banheiro, para coletar mais um poquinho do xixi. Então, novamente, o médico colocou no computador e este deu o resultado:
- “Miguel César, especialista em TI, reumatismo e tendinite no braço esquerdo”.
Inconformado com aquilo, o paciente virou para o médico e disse:
.-O Senhor não me leve a mal, doutor, mas eu gostaria de fazer o exame de novo amanhã, mas trazer a urina coletada logo de manhã.
A contragosto, o médico acabou concordando e assim ficou combinado.
Logo que chegou em casa, o inconformado especialista em TI pegou o potinho de urina, pediu para mulher para colocar um pouco da urina dela no pote, pediu também para a filha, pegou um pouco do óleo lubrificante do motor do carro e cuspiu dentro. Depois chacoalhou potinho bastante até tudo ficar bem misturado.
Na manhã seguinte ele foi para o consultório do médico pensando e rindo sozinho:
.-“Quero ver agora se esse maldito computador funciona de verdade!”
Chegando no consultório, imediatamente o médico colocou o líquido na máquina. Como o resultado não saiu de imediato, o médico achou um pouco estranho, mas depois de uns dois minutos lá estava o diagnóstico no monitor. Como sempre, o médico leu calmamente em voz alta:
.-Miguel César, 34 anos, especialista em TI, corno, filha adolescente grávida, esqueceu de trocar o lubrificante do carro, está com cárie nos dentes e na próxima vez que for chacoalhar o potinho use o braço direito, porque o esquerdo está com reumatismo e tendinite.





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