Os difamadores dizem que a paciência e a calma dos baianos são excessivas, mas a verdade não é bem essa...
Lá para os lados de Feira de Santana (na Bahia, é claro) existe uma pequena cidadezinha que fica à beira de uma estrada. Todos dias, três baianos amigos sentam-se em banquinhos numa calçada para observar o movimento de carros na estrada, que não era muito grande.
Certo dia, eles já estavam quase dormindo por causa da paradeira, quando passou um carro superesportivo em altíssima velocidade. Alíás, a velocidade era tanta que mal deu tempo dos baianos verem antes que o automóvel sumisse depois da curva.
Mais ou menos uma hora depois, um dos baianos falou:
- Ôche... Era um Mustang. . .
Os três continuaram em silêncio, até que uns quarenta minutos depois, outro baiano respondeu:
- Num era não... era um Corvete.
E o silêncio voltou, até que meia hora mais tarde, o terceiro baiano se levantou bem devagar, pegou seu banquinho e falou pros outros:
- Bão, eu vou-me embora, porque detesto ouvir discussão. . .
Como se viu, a calma e paciência dos baianos não são excessivas, elas não têm um adjetivo que qualifique com justiça sua magnitude.





um cara se perdeu na mata atlantica.e foi encontrado por naivos . estes que le deram duas opcsoes:
-prefere karuga ou a morte?
o cara pensou disse
-karuga
o nativo du um grito karuuuuga nele
ent'ao veio um negao e karugou o coitado umas tres horas seguidas e depois o deixou ir embora.
ele foi resgatado da mata e precisou fazer terapia para superar o trauma. passaam-se 5 anos e ele se perdeu novamente na mesma mata, e adivinha quem o encontrou
os mesmos nativos. e disseram
-ae ja sabe comoe ne? oque vai ser dessa vez, karuga ou qa morte.
ocara pensou e disse :
- eu quero a morte
-entao, karuga ate a morte
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